O que devo Evitar em uma Palestra ou Apresentação.

A seguir, listamos situações verbais e não verbais que costumam destruir as apresentações, enfraquecendo o poder da mensagem e impedindo a sintonia; A idéia é que você leia o texto, assinalando aqueles erros que mais se encaixam em sua atuação no papel de comunicador e evite fazer.

 

Evitar na Comunicação Verbal:

 

1. Falar muito baixo ou muito alto;

2. Pronunciar mal as palavras;

3. Falar muito depressa ou muito devagar;

4. Não pronunciar corretamente os termos estrangeiros;

5. Utilizar vícios de linguagem: tá?, Né?, OK?,·Certo?, Entendeu? – Tipo assim, Gente – bem, acho que.

6. Falar de forma robotizada;

7. Cometer erros gramaticais;

8. Pronunciar as palavras atropeladamente;

9. Falar em tom monótono;

10. Ser monossilábico;

11. Exprimir-se sem objetividade e clareza;

12. Fazer uso de termos técnicos ou regionais para público leigo;

13. Usar palavras de baixo calão;

14. Não considerar o momento, local e meio mais oportuno para transmitir a mensagem;

15. Utilizar argumentos inconsistentes;

16. Perder-se no exagero de detalhes;

17. Diminuir o volume da voz nos finais das frases;

18. Não utilizar bem a pontuação;

19. Não enfatizar as idéias principais;

20. Abusar do excesso de citações ou não realizar nenhuma citação;

21. Usar vocabulário inadequado;

22. Organizar mal a apresentação;

23. Falar com voz áspera;

 

Evitar na Comunicação Não-Verbal:

1. Ficar olhando para o chão ou para o teto. 

2. Usar gestos que transmitam nervosismo e inibição;

3. Mexer na gravata;

4. Brincar com chaveiros e canetas;

5. Ficar ajeitando os cabelos e os óculos;

6. Coçar as orelhas, cabeça, nariz, etc.;

7. Pigarrear ou Bocejar;

8. Descansar o corpo, deixando pender para o lado direito ou o esquerdo.

9. Olhar todo o tempo para o sapato;

10. Postar-se como estátua;

11. Movimentar as mãos em excesso (principalmente acima da cabeça ou abaixo da cintura);

12. Postar-se como se tivesse peito de pombo;

13. Mastigar qualquer tipo de alimento;

14. Mascar chicletes ou chupar bala;

15. Roer unha;

16. Deixar os braços cruzados, tirar as mãos do bolso;

17. Colocar as mãos para trás;

18. Ficar com as pernas abertas como se fosse uma forquilha;

19. Ficar de costas para a platéia, ficar de lado na hora da explicação com o retro projetor, data shoul;

20. Torcer as mãos demonstrando ansiedade;

21. Andar de um lado para o outro rapidamente;

22. Balançar o corpo de um lado para outro;

23. Olhar só para uma pessoa da platéia ou não olhar para determinado participante;

24. Colocar as mãos nos bolsos e não tira-las mais;

25. Olhar para o vazio;

26. Adotar a posição de xícara, as duas mãos agarradas à cintura;

27. Deixar os braços cruzados;

28. Ficar piscando;

29. Apoiar-se nos móveis do cenário;

30. Escorar nas paredes;

31. Olhar várias vezes para o relógio demonstrando pressa;

32. Utilizar inadequadamente os recursos audiovisuais;

33. Carregar nas mãos canetas ou lápis;

 

Evitar na Comunicação Interpessoal:

1. Utilizar a comunicação como forma de poder;

2. Mostrar-se arrogante e prepotente;

3. Não prestar atenção às perguntas dá platéia;

4. Ser irônico e sarcástico;

5. Não saber ouvir;

6. Revelar preconceitos;

7. Apresentar-se sem estar preparado e deixar claro para o público;

8. Chegar atrasado;

9. Demonstrar preferências pessoais;

10. Ser inflexível;

11. Não saber administrar os conflitos interpessoais;

12. Humilhar a platéia, achando que é o poderoso.

13. Receber as perguntas da platéia como se fosse uma ofensa pessoal;

14. Dizer que irá roubar o tempo do público;

15. Não saber administrar o tempo da exposição;

16. Querer enganar a platéia, falando sobre o que não conhece;

 

E agora, pensemos novamente: qual à medida que nós também estamos cometendo diariamente esses mesmos erros e desacertos, que tanto criticamos nos outros?

Quais serão os nossos pequenos vícios e manias, que roubam o interesse do nosso interlocutor, anulando a possibilidade de uma comunicação receptiva?

Seria primordial que nos propuséssemos a uma análise criteriosa de nossas apresentações. Isso poderia representar um instrumento importante para a construção de uma comunicação fluente, segura e objetiva, sem tantas interferências, que prejudicam substancialmente a interação com a platéia. É preciso deixar emergir em cada um de nós um espírito crítico, para que essa avaliação possa nos dar um feedback dos pontos fortes e vulneráveis de nossa atuação, permitindo-nos a correção de rotas.

Elaborado pela professora: RAQUEL CARVALHElRO NAVARO.

 

ALTERADO POR Delecampio José Menassa.

 

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